E l   a l m a c  n   s u b t e r r  n e o   d e   l o s   c h i n o s   s i r v e   c o m o   d e p  s i t o   p a r a   l o s   t r e s   r e c u r s o s   n a t u r a l e s   p o r   i g u a l :   a l i m e n t o ,   m a d e r a   y   o r o .   C o n s t r u y e   u n   a l m a c  n   s u b t e r r  n e o   c e r c a   d e   l a s   m i n a s   d e   o r o ,    r b o l e s   o   f u e n t e s   d e   a l i m e n t o   q u e   d e s e e s   r e c o l e c t a r .   T a m b i  n   p u e d e s   d e s a r r o l l a r   t e c n o l o g  a s   e n   e s t e   m i s m o   e d i f i c i o   p a r a   m e j o r a r   l a   v e l o c i d a d   c o n   l a   c u a l   t u s   c a m p e s i n o s   r e c o l e c t a n   e s o s   r e c u r s o s . 
 